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	<description>Associação Catarinense de Avicultura</description>
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		<title>Procura pelo Proagro continua em alta</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A estiagem que prejudica lavouras de grãos na região Nordeste do país e o excesso de chuvas no Norte já fizeram a Defesa Civil declarar 837 municípios em situação de emergência e disparar pedidos de ajuda ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Nesta safra 2011/12, iniciada em julho passado, o total de pedidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A estiagem que prejudica lavouras de grãos na região Nordeste do país e o excesso de chuvas no Norte já fizeram a Defesa Civil declarar 837 municípios em situação de emergência e disparar pedidos de ajuda ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta safra 2011/12, iniciada em julho passado, o total de pedidos de ressarcimento passou de 45 mil até o início deste mês e deve atingir o dobro da safra passada, quando foram registrados 25.106 sinistros. De julho a dezembro da safra atual, os pedidos já haviam superado todo o ciclo 2010/11, atingindo 25.192 comunicações de perda, com forte aumento devido aos problemas nas plantações de grãos, como de milho, feijão e soja na região Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O volume de indenizações do Proagro deverá bater recorde na safra 2011/12. O gerente-executivo de Regulação, Fiscalização, e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro, Deoclécio Pereira Souza, disse que a crise deste ano vai ser pior que a da safra de 2004/05, até hoje a mais grave. Naquele ano, mais de R$ 800 milhões foram pagos em indenizações. &#8220;De todos os pedidos já feitos nesta safra, 97% são decorrentes da secas registradas no Sul e no Nordeste&#8221;, informa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Proagro é a principal ferramenta de seguro para o produtor rural. Ela exime o dono da terra de cumprir algumas obrigações financeiras em caso de perda de receita por eventos climáticos adversos. Para aderir ao programa, o produtor deve pagar o adicional (taxa de prêmio) e seguir os indicativos do zoneamento agrícola divulgados pelo Ministério da Agricultura. Os recursos vêm do orçamento da União.</p>
<p style="text-align: justify;">As chuvas na região Norte do país deixaram, até o momento, 68 municípios em situação de emergência. O Estado mais atingido é o Amazonas em que 43 municípios tiveram esta situação decretada. Outros tantos estão sendo avaliados pela Secretaria Nacional de Defesa Civil. O Acre tem 11 municípios em situação de emergência, o Pará, 12, e Rondônia, dois deles.</p>
<p style="text-align: justify;">No Nordeste, o problema é com a seca. A falta de chuvas na região deixou 769 municípios em situação de emergência e afeta mais de 4,5 milhões de pessoas. O Estado que mais sofre com a estiagem é a Bahia, com 214 municípios gravemente afetados. No Rio Grande do Norte, são 140, na Paraíba, 172, e no Piauí, outros 112. Em algumas partes da região não chove há pelo menos três meses. O governo já considera a estiagem a pior das últimas três décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo deverá investir no Nordeste R$ 2,7 bilhões em ações para aumentar o fornecimento de água e o apoio ao agricultor. Dentre as ações previstas está a ampliação do programa Água para Todos, que contará com recursos de R$ 799 milhões. Outros R$ 164 milhões serão aplicados na Operação Carro Pipa para atender a região.</p>
<p style="text-align: justify;">O Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), conhecido como &#8220;Proagro Mais&#8221; e gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), já recebeu mais de 90 mil comunicados de ocorrência de perdas de julho de 2011 até o dia 8 de maio deste ano. Até agora já foram pagos 28.347 pedidos, a um valor de R$ 192 milhões. O MDA estima que 100 mil solicitações de perdas sejam registradas em 2012. Os gastos com pagamento do seguro podem chegar a R$ 650 milhões na safra 2011/12.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento, há mais de 90 mil comunicados de perda. &#8220;Nossa previsão é atingir os 100 mil em 2012, o que representa mais de R$ 650 milhões em cobertura&#8221;, afirmou o diretor do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção da Secretaria da Agricultura Familiar, João Luiz Guadagnin.</p>
<p style="text-align: justify;">O Seaf foi criado para amortizar parte das operações de custeio agrícola e indenizar a parcela de renda que seria gerada antes das perdas. Seu foco são os agricultores familiares. O seguro garante o pagamento de até 100% do valor das operações de custeio e de até 65% da Receita Líquida Esperada do Empreendimento (RLE), limitado a R$ 3,5 mil.</p>
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		<title>Preços de ovos seguem estáveis apesar da baixa oferta</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado para esta sexta feira continua sem novidades, isto é, a procura continua bem maior do que as ofertas e os preços continuam estáveis. Com o clima frio em praticamente todas as regiões produtoras do país, o produtor pode pensar um pouco mais antes de qualquer negociação. No momento não há mercadoria disponível no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado para esta sexta feira continua sem novidades, isto é, a procura continua bem maior do que as ofertas e os preços continuam estáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o clima frio em praticamente todas as regiões produtoras do país, o produtor pode pensar um pouco mais antes de qualquer negociação.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento não há mercadoria disponível no mercado.  O período do mês que sempre é favorável às vendas, já terminou e também já passou a semana do dia das Mães.  E continua sem ovo o mercado. Sendo assim, nada mais justo do que reajustar os preços.<br />
Vamos tomar como exemplo a soja&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cotações-</strong> Segundo o índice do OvoOnline, a caixa com 30 dzs do ovo tipo Extra branco granel custa R$ 51,00 em SP e R$ 52,50 no RJ. Em MG, R$ 60,00, informa o Agridata.</p>
<p style="text-align: justify;">No varejo, o preço médio da dúzia de ovos nos supermercados de SP e RJ é R$ 3,10 e R$ 3,00, respectivamente. Em MG, o valor é de R$ 3,05</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Exportação de frango dos EUA cresce 13,5% no primeiro trimestre de 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Graças a uma nova e consecutiva expansão, de quase 7,5% no mês de março, as exportações de carne de frango dos EUA encerraram o primeiro trimestre do ano com incremento de volume de 13,5%, contra apenas 2,8% em idêntico período do ano passado. Nos 12 meses encerrados em março de 2012, o volume acumulado ficou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Graças a uma nova e consecutiva expansão, de quase 7,5% no mês de março, as exportações de carne de frango dos EUA encerraram o primeiro trimestre do ano com incremento de volume de 13,5%, contra apenas 2,8% em idêntico período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos 12 meses encerrados em março de 2012, o volume acumulado ficou muito próximo dos 3,265 milhões de toneladas, aumentando 5,61% em relação a idêntico período anterior. Porém, o que mais os exportadores comemoram é o fato de ter-se superado o recorde que vinha sendo mantido há três anos, desde que eclodiu a crise econômica disseminada do país para o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em março de 2009, as exportações norte-americanas de carne de frango atingiram, em 12 meses, o volume de 3,254 milhões de toneladas, quantidade que não se repetiu desde então. O novo recorde está apenas 0,3% acima do recorde anterior, mas, pelo evoluir mais recente das exportações dos EUA, tende a ser superado várias vezes no decorrer deste ano.</p>
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		<title>2012 tende a ser encerrado com o maior estoque de milho de todos os tempos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grandes consumidores de milho como a avicultura e a suinocultura devem iniciar o próximo exercício sem os temores que marcaram os dois setores em, por exemplo, 2003 e 2008, anos iniciados com baixos estoques de milho. Pois, consideradas as últimas projeções da CONAB, 2012 pode ser encerrado com um estoque de passagem da ordem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Grandes consumidores de milho como a avicultura e a suinocultura devem iniciar o próximo exercício sem os temores que marcaram os dois setores em, por exemplo, 2003 e 2008, anos iniciados com baixos estoques de milho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois, consideradas as últimas projeções da CONAB, 2012 pode ser encerrado com um estoque de passagem da ordem de 14,7 milhões de toneladas, o que corresponde ao maior estoque final de milho de todos os tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de representar aumento de 77% sobre o estoque final de 2011, o volume previsto para 2012 corresponde a mais de 12 vezes o estoque final de dez anos atrás, 2002, exercício encerrado com a menor disponibilidade dos anos 2000.</p>
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		<title>Oriente Médio liderou a importação de frango no ano</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), compilados pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), de janeiro a abril deste ano, o Oriente Médio foi o principal destino das exportações de carne de frango brasileira. A região importou 433,5 mil toneladas, volume 9,4% menor, na comparação com igual período de 2011. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), compilados pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), de janeiro a abril deste ano, o Oriente Médio foi o principal destino das exportações de carne de frango brasileira. A região importou 433,5 mil toneladas, volume 9,4% menor, na comparação com igual período de 2011. Em segundo e terceiro lugar ficaram o restante da Ásia e África, com compras de 388 mil toneladas (aumento de 12,7%) e 210,7 mil toneladas (aumento de 43,9%). Os cortes de frango foram os principais produtos exportados em 2012, totalizando 714,4 mil toneladas (t), seguidos do frango inteiro, com 470,6 mil t e carnes salgadas, com 60,3 mil t.</p>
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		<title>Exportações brasileiras de ovos sobem 219,8% em abril</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC),  as exportações brasileiras de ovos atingiram 78,5 mil caixas de 30 dúzias em abril. O resultado surpreende e chega a ser 219,8% mais alto sobre o mesmo mês de 2011. No acumulado dos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC),  as exportações brasileiras de ovos atingiram 78,5 mil caixas de 30 dúzias em abril. O resultado surpreende e chega a ser 219,8% mais alto sobre o mesmo mês de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">No acumulado dos últimos 12 meses, o volume exportado também cresceu. Segundo a Secex, a alta foi de 3,3% sobre igual período anterior.</p>
<div style="text-align: justify;">Já receita FOB alcançou US$ 2,560 milhões, um crescimento de 247,4% sobre o mesmo mês de 2011. No acumulado do ano de 2012, informa o órgão do governo, a receita obtida foi de US$ 27,185 milhões, alta de 14,5% em relação a igual período anterior. Veja tabela elaborada pela <a href="http://www.jox.com.br/">Jox Assessoria Agropecuária</a>.</div>
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		<title>Cooperativas se ajustam à quebra na colheita de soja</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quebra na safra de soja está levando cooperativas do Paraná a refazer a estratégia de esmagamento do grão. Três meses depois de inaugurar uma unidade, a Copacol, de Cafelândia, decidiu reduzir o ritmo de funcionamento para garantir o estoque do produto para uso próprio. A empresa tinha a expectativa de receber 6 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A quebra na safra de soja está levando cooperativas do Paraná a refazer a estratégia de esmagamento do grão. Três meses depois de inaugurar uma unidade, a Copacol, de Cafelândia, decidiu reduzir o ritmo de funcionamento para garantir o estoque do produto para uso próprio. A empresa tinha a expectativa de receber 6 milhões de sacas, mas o volume chegou a 3,6 milhões, 40% menos, o que a levou a deixar de atender demandas de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A cooperativa investiu R$ 80 milhões na indústria de soja e consome em fábrica de ração o equivalente a 40% de sua capacidade de processamento, que é de 1,8 mil toneladas de grãos por dia. Durante dois meses, a unidade funcionou em ritmo normal, mas a direção da Copacol optou por deixá-la fechada a cada 15 dias, para manter os estoques de soja. &#8220;Temos o suficiente para as nossas necessidades&#8221;, diz o presidente da cooperativa, Valter Pitol, que vai reavaliar a decisão a cada mês.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo explica que a Copacol pode comprar soja de não-cooperados, mas optou por esperar. &#8220;A esses preços [R$ 56 a saca para o produtor, na região], não sabemos se haverá rentabilidade&#8221;, comenta. Ele conta que planejava processar 450 mil toneladas de grão e, agora, &#8220;com bastante otimismo&#8221;, quer chegar a 300 mil toneladas em 2012 e já conta com prejuízo na unidade. A Copacol abate 320 mil frangos por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Coopavel, de Cascavel, o processamento de soja também será menor no ano. O presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, conta que, em vez de 240 mil toneladas, serão esmagadas 200 mil toneladas. &#8220;Vamos oferecer menos para o mercado&#8221;, diz ele. &#8220;Para o nosso consumo dá&#8221;, acrescenta. Segundo o executivo, o Paraná tem estoque de 25% da safra, metade do que tinha em anos anteriores, e existe risco de que falte o grão no Estado no fim de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">O Paraná enfrentou quebras de safras por estiagem em anos anteriores, mas o consumo do grão para ração era menor. Atualmente o Estado é o maior produtor de frango e também depende de soja para os segmentos de suínos e leite. E a exportação aumentou. &#8220;Talvez seja necessário trazer soja dos Estados Unidos, porque países vizinhos, que seriam opção, também tiveram quebras&#8221;, diz Grolli. Na opinião dele, a situação das cooperativas é mais tranquila do que de empresas que não recebem o grão direto do produtor.</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Lourenço, presidente da Cocamar, de Maringá, conta que, como o produtor vendeu a soja mais rápido para aproveitar os preços, a cooperativa está comercializando grão que seria usado em sua indústria nos próximos meses. &#8220;Vamos ter menos soja própria para processar no segundo semestre&#8221;, adianta. A previsão de esmagamento foi mantida em 1 milhão de toneladas. &#8220;Estamos vendo que talvez seja mais difícil encontrar soja no segundo semestre, mas vamos ter de encontrar.&#8221; A Cocamar já compra soja de terceiros, mas em 2012 o volume será maior, de acordo com Lourenço.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra que recebeu menos soja que o previsto foi a Coamo, de Campo Mourão. Seu presidente, José Aroldo Gallassini, lembra que em 2011 os cooperados entregaram 56 milhões de sacas e, em 2012, 45 milhões, 20% menos. &#8220;Temos programação de exportação de óleo, farelo e grão para 12 meses&#8221;, diz, acrescentando que a velocidade de venda pelos produtores está em ritmo acelerado. A Coamo não pretende reduzir a industrialização e, como em anos anteriores, também vai comprar grãos de terceiros. Ela tem duas indústrias, uma em Campo Mourão, que esmaga 3 mil toneladas por dia, e uma em Paranaguá, com 2 mil toneladas diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">De janeiro a abril, a movimentação de soja pelo porto de Paranaguá foi 68% maior, na comparação com igual período de 2011. Foram 3 milhões de toneladas exportadas, ante 1,8 milhão no primeiro quadrimestre de 2011. Em farelo de soja o crescimento foi de 23%, chegando a 1,6 milhão de toneladas. A Abiove, que reúne as empresas de óleo, já conta com redução no volume processado da oleaginosa no Brasil, de estimadas 37,6 para 34,8 milhões de toneladas, e a produção de óleo, segundo a associação, deve cair de 7,15 para 6,7 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Milho volta a empatar com a soja</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o clima não afetar o que no momento é apenas uma promessa, a produção brasileira de milho na safra 2011/2012 atinge novo e inusitado recorde, aproximando-se dos 66 milhões de toneladas, quase 15% a mais que o produzido na safra passada. Mais inusitado, porém, é essa produção estar muito próxima da prevista para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se o clima não afetar o que no momento é apenas uma promessa, a produção brasileira de milho na safra 2011/2012 atinge novo e inusitado recorde, aproximando-se dos 66 milhões de toneladas, quase 15% a mais que o produzido na safra passada. Mais inusitado, porém, é essa produção estar muito próxima da prevista para a soja que, nas últimas previsões da CONAB, deve ficar em torno dos 66,7 milhões de toneladas – o que significa enfrentar uma redução de mais de 10% em relação à safra de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse empate, porém, é efêmero, não tem o menor significado. Especialmente porque tende a conduzir a comportamentos opostos no plantio da próxima safra, que começa dentro de alguns meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima disso, no entanto, prevalece a constatação de que boa parte da safra de milho prevista permanece, por enquanto, como mera expectativa de produção. A referência se aplica à safrinha que, atrasada, está mais sujeita às adversidades do clima frio. E o que está sob risco não é pouco, abrange uma produção (safrinha) estimada em 30 milhões de toneladas e que representa mais de 45% da safra total de milho.</p>
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		<title>Milho: Situação confortável</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A produção mundial de milho tem aumentado progressivamente nas últimas safras: a quantidade produzida passou de 819,35 milhões de toneladas em 2009/10 para 864,97 milhões em 2011/12. Simultaneamente ao aumento de produção, os estoques mundiais têm baixado sistematicamente: os 147,57 milhões de toneladas disponíveis no início da safra 2009/10 caíram para 122,71 milhões em 2011/12, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A produção mundial de milho tem aumentado progressivamente nas últimas safras: a quantidade produzida passou de 819,35 milhões de toneladas em 2009/10 para 864,97 milhões em 2011/12. Simultaneamente ao aumento de produção, os estoques mundiais têm baixado sistematicamente: os 147,57 milhões de toneladas disponíveis no início da safra 2009/10 caíram para 122,71 milhões em 2011/12, segundo dados do United States Department of Agriculture (USDA). Esses movimentos contrários da produção e do estoque decorrem do fato de que o consumo mundial da cultura continua a aumentar, apesar do arrefecimento do consumo norte-americano.</p>
<p>As projeções do International Grains Council (IGC) para a safra 2012/13 são de que a produção mundial aumente em 4%, considerando o aumento de plantios e produtividades compatíveis com condições climáticas &#8220;normais&#8221;. Nessa situação, a disponibilidade de milho no mundo, considerando produção e estoques, ultrapassaria pela primeira vez o patamar de 1 bilhão de toneladas. Também se esperam grandes produções mundiais de outras culturas, como o trigo. &#8220;Certamente, os altos preços que vimos no ano passado estimularam uma resposta da produção global da maioria das commodities&#8221;, disse Joe Glauber, economista-chefe do USDA, no início do período de plantio nos Estados Unidos.</p>
<p>Apesar dos preços do milho vigentes na Bolsa de Chicago no final da safra 2011/12 terem sido inferiores aos observados no decorrer da safra 2010/11, na faixa entre US$ 6,00 e US$ 6,50 por bushel (entre US$ 236 e US$ 256 por tonelada), ainda foram muito atrativos para influenciar a decisão por novo aumento de plantio da cultura por parte dos produtores norte-americanos. Segundo as últimas estimativas do USDA, a área plantada de milho em 2012/13 será de 36,06 milhões de hectares e, com uma produtividade esperada de 10,42 ton/ha, a produção alcançará 375,68 milhões de toneladas, recorde histórico. Tal produção permitirá que os Estados Unidos aumentem os seus excedentes exportáveis e recomponham parcialmente os estoques, o que levará a uma queda nos preços.</p>
<p>Considerando um aumento dos estoques dos atuais 19 milhões de toneladas para 43 milhões, projeções do CME Group, a quantidade seria similar à dos estoques finais após a safra 2009/10, quando o preço médio do milho estava na faixa de US$ 3,55 por bushel (US$ 139,76 por tonelada). Porém, os preços não devem cair para esse patamar, pois a razão estoque/consumo para a próxima safra, que é um indicador mais importante para a projeção de preços, será menor do que a de 2009/10. Essa razão foi de 13,1% em 2009-2010, enquanto que para 2012/13 espera-se uma razão de 12,6%, decorrente do aumento de consumo. Na safra 2007/08, ocorreu uma relação similar e os preços ficaram na faixa de US$ 4,20 por bushel (US$ 165,35 por tonelada). Essas estimativas de oferta indicam que o preço de mercado no transcorrer da safra pode baixar de US$ 5,00 por bushel (US$ 196,84 por tonelada), mas o CME Group projeta que os preços no mercado futuro ainda incorporarão o risco climático de verão, permanecendo, assim, em um patamar alto até agosto.</p>
<p>Assim como nos Estados Unidos, a área plantada de milho na China também deve aumentar, segundo informações do Ministério da Agricultura chinês, alcançando 35 milhões de hectares, um aumento de 2,7% ante 2011. Esse aumento deve-se não apenas aos altos preços domésticos no país, mas também aos subsídios dados por Pequim. Concomitantemente ao aumento da área plantada, e possivelmente da produção, as importações chinesas de milho devem aumentar 50%, segundo o IGC, totalizando 6 milhões de toneladas. Confirmando a tendência de transformação da China em um país importador de milho, similar, porém em uma magnitude menor, ao que já ocorre com a soja (o USDA estima que a China terá importado cerca de 56 milhões de toneladas até o fim do ano agrícola 2011/12).A produção de milho na América do Sul na safra 2011/12 sofreu com os efeitos adversos relativos à estiagem severa causada pelo La Niña. Essa situação comprometeu a produtividade de muitas lavouras sul-americanas, principalmente a soja e o milho na Argentina. No início da safra 2011/12, nosso vizinho tinha grandes expectativas em relação à produção de milho: com um incremento de 10% da área plantada, projetava-se uma safra recorde de 29 milhões de toneladas. Entretanto, a seca prolongada &#8220;derrubou&#8221; a produção para 21,5 milhões de toneladas, ficando, assim, no patamar dos níveis históricos. Esse cenário cria expectativas desfavoráveis para safra 2012/13 argentina, pois os prejuízos acumulados na atual safra, somados à inexistência de linhas de crédito e seguros governamentais para a agricultura, deixarão os produtores em uma situação complicada para financiar a próxima plantação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Situação Interna -</strong> As mesmas condições climáticas que comprometeram a produção na Argentina na safra de verão também afetaram o Sul do Brasil, até então a maior região produtora de milho do país. A produção da safra verão 2010/11 na região foi de 15,39 milhões de toneladas, mas, com a estiagem do La Niña, a produção na safra 2011/12 caiu para 12,85 milhões (estimativa Conab, maio/2012). Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram os estados mais afetados e responsáveis por essa queda.</p>
<p>O primeiro semestre foi de muitas incertezas em relação à produção da safra 2011/12. Se no início do ano havia diversas informações díspares sobre a safra no Sul, conforme os meses passaram, os resultados da safrinha no Centro-Sul sobrepujaram a &#8220;quebra&#8221; da primeira safra e a situação foi se tornando mais confortável em termos de abastecimento interno. Esta produção esperada de milho na safrinha é decorrente de fatores climáticos muito favoráveis, que permitiram às lavouras de milho expressar o maior potencial produtivo decorrente de sistemas de produção mais tecnificados (seja em termos de quantidade e qualidade dos insumos, seja pelo melhor gerenciamento do uso da tecnologia). Como resultado, esperam-se um aumento da produção da safrinha no Paraná em cerca de 2 milhões de toneladas e um aumento de 6 milhões de toneladas na safrinha nos estados do Centro-Oeste (principalmente no Mato Grosso). Somada a produção da safrinha com a produção obtida na safra verão, o Centro-Oeste passa ao posto de maior produtor de milho do Brasil, com 25 milhões de toneladas frente aos 21 milhões colhidos na região Sul. No final das contas, o grande ganhador foi o milho brasileiro, que baterá um recorde de produção, com mais de 65 milhões de toneladas em 15,65 milhões de hectares plantados (a maior área plantada com milho na história do Brasil).</p>
<p>Mas tudo isto tem seu custo. O preço do milho, que estava em um patamar estável (alto, mas estável) no início do ano, começou a cair, na medida em que as expectativas favoráveis da produção na safrinha começaram a se transformar em realidade. O aumento da produção de milho safrinha esperado no Paraná quase neutraliza a quebra verificada no verão na região Sul (que é a mais sensível em termos de abastecimento de milho). Mesmo em polos consumidores do Rio Grande do Sul, o preço do milho recuou em quase R$ 4,00 por saco, indicando que o pior, para os consumidores, já passou. Se no Sul e no Sudeste a situação se normaliza, no Centro-Oeste, em decorrência da produção esperada para a safrinha, os preços despencaram. Mesmo onde as condições não foram tão favoráveis, como em Goiás, os preços já se situam abaixo dos R$ 20,00 por saca de milho. No Mato Grosso, já se aproximam de R$ 15,00 por saco.</p>
<p>Nesta situação, duas dúvidas já se levantam para os próximos meses, que serão decisivos na definição da safra do próximo ano. A primeira diz respeito ao que acontecerá com a safra do Mato Grosso. Certamente, ela terá que ser escoada para o mercado externo e algum tipo de auxílio do Governo Federal será necessário. A segunda dúvida diz respeito à nova situação dos preços do milho e da soja. Com a queda de produção na América do Sul e o apetite voraz da China, os preços da soja apresentaram uma retomada no mercado internacional. Como a safra de milho mostra sinais animadores, a situação dos preços de milho e soja é inversa à que ocorreu no segundo semestre de 2011 e resultou em todo o incentivo para aumento da área plantada com milho. A dúvida é em que medida esta nova situação afetará as áreas de soja e de milho no próximo ano, pois a vida continua.</p>
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		<title>Carne de frango: no 1º trimestre a terceira maior produção trimestral de todos os tempos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MB Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fato de a produção brasileira de carne de frango de março de 2012 ter recuado ao menor nível dos últimos sete meses – como observou ontem o AviSite &#8211; não teve nenhum valor. Especialmente quando se analisa a questão do ponto de vista trimestral. Pois ainda que tenha recuado cerca de 1,5% em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O fato de a produção brasileira de carne de frango de março de 2012 ter recuado ao menor nível dos últimos sete meses – como observou ontem o AviSite &#8211; não teve nenhum valor. Especialmente quando se analisa a questão do ponto de vista trimestral. Pois ainda que tenha recuado cerca de 1,5% em relação ao trimestre anterior, o volume do trimestre permaneceu elevado (3,261 milhões de toneladas), aumentando 5,62% sobre idêntico trimestre de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse foi, também, o terceiro maior volume trimestral produzido pelo setor, sendo superado, apenas, pela produção do segundo e quarto trimestres de 2011 (respectivamente, 3,289 e 3,310 milhões de toneladas).</p>
<p style="text-align: justify;">Notar, neste caso, que os volumes produzidos no 2º trimestre de 2011 e no trimestre passado (o primeiro de 2012) estão muito próximos: a diferença entre eles é mínima, inferior a 1%. Pois, não por coincidência, esses foram os dois piores momentos econômicos do frango nos últimos seis semestres.</p>
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